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Falsos Profetas
Desde: 17/01/2003      Publicadas: 50      Atualização: 22/04/2003

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 A Falsa Profetisa
  29/01/2003
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As Contradições de Ellen G. White - O Espírito da Profecia Adventista
Impressione-se!
As Contradições de Ellen G. White - O Espírito da Profecia AdventistaO Sábado na Eternidade


“E quando o Éden florescer novamente na terra, o santo e divino dia de repouso será honrado por todos debaixo do sol. ‘Desde um sábado até o outro os habitantes da glorificada terra irão ‘adorar perante mim, diz o senhor’.” - M.M., 1956, p. 59.

Comentário

Apocalipse 22:5 diz: “E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol porque o Senhor Deus os alumia; e reinarão para todo o sempre”.

Apocalipse 21:23 diz: “E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumia­do, e o Cordeiro é a sua lâmpada”. O versículo 25 afirma: “E as suas portas não se fecharão de dia porque ali não haverá noite”.

Na cidade em questionamento E. G. White invoca Isaías 66:23: “E será de uma lua nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor”, O texto diz literalmente toda a carne. Todos os comentaristas da Bíblia, com exceção dos adventistas, ensinam que este texto refere.. se à antiga dispensação. Basta ler os versículos precedentes, que tratam de promessas feitas especificamente ao povo judeu, caso cumpris­sem a lei. É por isso que Isaías diz “toda a carne”. Lançando vista para o Novo Testamento, vemos que “carne e sangue não herdam o reino de Deus” (1 Co 15:50).

Isaías 65:20 diz: “Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o mancebo morrerá de cem anos; mas o pecador de cem anos será amaldiçoado”. É óbvio que não apenas este texto, senão também o capítulo 65 inteiro trata da Canaã terrestre, pois se assim não fora não se falaria aí em maldição e morte. Não só os adventistas, mas também as testemunhas-de­Jeová apropriaram-se deste capítulo indevida­mente e transformaram a terra prometida em pátria celestial. Para estas duas seitas, os sal­vos passarão a eternidade no planeta Terra, restaurado às condições edénicas, o que se choca com diversos textos das Escrituras. Quando Jesus disse que “os mansos herdarão a terra”, referia-se à terra de Canaã, linguagem que os judeus entendiam muito bem, pois criam em um paraíso restaurado. A teologia paulina, porém, adota a nomenclatura neotestamentária, da dispensação cristã. Segundo o ensino de Paulo, os justos passarão a eternidade no lar celestial, não neste planeta. A teologia adventista e jeovista materializam o vindouro reino de Deus, e traze-o para a Terra. Pregadores adventistas, no entanto, em seus apelos, no final de cada sermão, não raro expressam-se com estas palavras: “Amados irmãos, que Deus nos conceda o incomparável privilégio de habitarmos com Cristo e seus anjos, nos céus, por toda a eternidade”. Não usam dizer que querem passar a eternidade neste planeta. A própria senhora White exprime-se de ambas as formas: estar com Cristo no Céu, na glória celestial, com os anjos, e viver a eternidade neste planeta reformado. Esta contradição observa-se diariamente nos arraiais adventistas. Eles próprios não sabem se, uma vez salvos, irão para o Céu ou para a Terra reformada.

Ademais, a eternidade será um tempo sem fim. Não haverá dias. Outra: se não haverá noite, como existirá separação entre dia e dia, entre um dia e outro. Além disso, os salvos não louvarão o Senhor periodicamente. O texto diz:

“Não haverá sol” (Ap 21:23); também diz que não existirá lua. Daí fica fácil concluir que a expressão de Isaías: “De uma lua nova até outra, e de um sábado até outro” não se refere ao futuro reino de Deus. Outra coisa: esta linguagem é absolutamente judaica (lua nova, sábado semanal) e não evangélica. [Lua nova e sábado semanal tem a ver unicamente com o calendário judaico, e a pátria dos salvos não será um território judeu.]

Diz E. G. White na citação em exame: “O santo e divino dia de repouso será honrado por todos debaixo do sol”. Aqui ela troca o Criador pela criatura; o Senhor do sábado pelo sábado do Senhor. Assim se configura no Adventismo a “hemerolatría”, ou seja, a adoração do dia, o que, na igreja adventista, é sem dúvida a “sabadolatria”.

Não haverá ciclo semanal no reino de Deus. O maior problema da teologia adventista é que interpreta quase todos os textos da Bíblia literalmente, como os que se referem ao santuário. Depois, seus teólogos vêem-se embaraçados, pois não conseguem fazer as devidas aplicações dos fatos espirituais para os materiais e vice-versa, principalmente em Daniel e Apocalipse. A igreja adventista, que “tem telhado de vidro”, rachaduras em seu corpo doutrinal e verdadeiras estultícies em seu código doutrinal, atreve-se a escrever livros contra as Testemunhas de Jeová e outras igrejas. Possui esta petulância.

E. G. White, enquanto ensina que o paraíso eterno será na Terra, eis o que ela diz em um de seus livros: “O céu deve começar aqui na terra. Quando o povo de Deus estiver cheio de mansidão e ternura, compreenderá que sua bandeira sobre eles é o amor e seu fruto ser-lhes-á mais doce ao paladar. Farão aqui embaixo um céu em que se preparem para o céu em cima.» - T.S., vol 1. p.211.

Vê-se aí o antagonismo, a antítese “céu e ter­ra”; e não se trata de Céu em sentido figurado, pois ela diz: “Um céu em que se preparem para o céu em cima”. Esta é apenas uma das muitas passagens em que ela diz que os salvos passarão a eternidade no céu (em cima). No adventismo, ir para o céu equivale estar salvo ou ser salvo. Não dizem as adventistas “ir para a terra”, expressão estranha ali.

Salvo raras exceções, sempre que E. G. White refere-se ao futuro lar dos salvos usa a palavra céu, em oposição à terra. Através das aproximadamente 100.000 páginas escritas por ela, durante 70 anos, a palavra céu é empregada inúmeras vezes, e faz sempre menção da eterna morada dos remidos.

Na teologia adventista, os redimidos viverão no Céu com Cristo por 1000 anos literais, ou seja, cada um de 365 dias de 24 horas. Depois disso, o lar eterno dos salvos passa a ser a Terra, onde estará o trono de Deus e do Cordeiro. O Céu é transferido para o nosso planeta, com os anjos e tudo o mais. Este é o ensino escatológico referente ao Milênio.

Sempre quando E. G. White faz menção do lugar onde os salvos passarão a eternidade tem em mente o céu entendido e ensinado pelos metodistas, batistas, presbiterianos, luteranos e pentecostais em geral. Não há pois espaço e ocasião para alguém alegar que E. G. White, quando fala em céu, refere-se apenas aos 1.000 anos de reinado com Cristo na glória. Todos os contextos em que o termo ocorre inviabilizam tal “saída”. Por exemplo: “Apenas alguns dias mais, para sermos como peregrinos e estrangeiros neste mundo, em busca de uma pátria melhor, a celestial. Nosso lar está no céu” - M. E., vol. 11, p.252. Será que o texto de Hebreus, em que ela se baseou, refere-se apenas aos 1.000 anos no céu? É óbvio que não! a Igreja Adventista deveria refazer sua confissão de fé e providenciar um expurgo nos escritos de E. G. White.

Isso seria o certo!

O Decálogo escrito pelo dedo de Deus

“Os dez santos preceitos proferidos por Cristo no monte Sinai, foram a revelação do caráter de Deus, e deram a conhecer ao mundo que Ele exerce a jurisdição sobre toda a herança humana”- M. M. 1956, p.53.

Comentário

Para uma igreja trinitariana, como a adventista, a declaração é no mínimo estranha à teologia codificada por ela. Quem proferiu os Dez Mandamentos a Moisés foi Javé, Deus, o Pai consenso hermenêutico que existe entre todas as denominações cristãs.

A própria senhora White contradiz-se no tocante à outoria dos Dez Mandamentos, porque uma coisa é dizer que Deus escreveu o Decálogo, e outra é informar que Cristo redigiu com seu dedo no Sinai as tábuas da Lei. Eis o que ela diz: “Os Dez Mandamentos foram proferidos pelo próprio Deus e escritos por sua própria mão” - M . E., vol. 1, p,.25. Aí está!

Ela diz, nesta declaração, que Deus, o Pai, foi quem escreveu no Sinai o Decálogo.

Afirmam os teólogos adventistas que Javé é Cristo, e Cristo é Javé, e defendem assim o unitarismo, teoria segundo a qual se afirma que quem morreu na cruz foi o próprio Pai. Os pregadores adventistas, quando no púlpito, sempre dizem eloqüentemente que Deus, o Pai, entregou a Moisés as duas tábuas de pedra, com os Dez Mandamentos nelas redigidos.

E.G. White ensina em seus livros a Trindade e não a Unicidade. Afirmar que Cristo é o Pai, ou que o Pai é Cristo, nada mais é que ensinar e advogar a doutrina unitaríana pregada por algumas igrejas da atualidade. Em termos de doutrina adventista, é crasso erro teológico dizer que o Pai é o Filho, ou o Filho é o Pai. Para eles, o Pai é o Pai, o Filho é o Filho. Se o que E. G. White afirmou é verdade, podemos dizer que no evento batismal de Cristo o Espírito Santo, em forma de pomba, era o próprio Pai. Não há como a igreja adventista resolver isso, a não ser admitir a contradição de E. G. White.

Vitória de Cristo na cruz: condicional

“Se bem que sofresse as mais terríveis tentações, Cristo não faltou nem ficou desanimado. Estava travando a batalha em nosso favor e, houvesse ele faltado, houvesse cedido à tentação, e ajam (lia humana teria ficado perdida M.M., 1956, p. 24).

Comentário

Basta um texto bíblico para a refutação cabal desta declaração de E. G. White, quando coloca a missão de Cristo passível de fracasso. Temos em Gênesis. 3.15 uma profecia explicita do sucesso de Jesus como Redentor da humanidade. O próprio Salvador sabia de sua vitória na cruz. Todos os profetas sabiam do triunfo de Cristo no Gólgota. E o que dizer de Isaías 53?

Cristo é o “Cordeiro de Deus, morto desde a fundação do mundo”. Não existe na Bíblia uma só palavra que dê a entender que o Redentor veio a este mundo com a possibilidade de fracassar em sua missão. Ninguém até hoje fez tantos acréscimos à Palavra de Deus quanto E. G. White. Quem conhece os livros dela está ciente disso. Ela leu a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, e fantasiou-a, pois fez arranjos, romanceou, tergiversou e adulterou o Texto Sagrado. Isso está bem evidente em seus livros como: O Desejado de Todas as Nações, Pa rã bolas de Jesus, História da Redenção, Primeiros Escritos, Atos dos Apóstolos, Profetas e Reis, Patriarcas e Profetas, etc.

“Destinamo-nos ao juízo”

“Não, meus jovens amigos, destinamo-nos ao juízo, e a graça nos é assegurada aqui nesta vida, afim de formarmos caracteres para a vida futura, imortal" - M. M., 1956, p. 9.

A doutrina do juízo, no Adventismo, é uma autêntica salada. Na teologia adventista o crente em Cristo sujeita-se a dois julgamentos: o Juízo investigativo e o juízo final. Pregações, estudos bíblicos, lições da Escola Sabatina, séries de “slides» e todo o material didático catequético da igreja adventista enfatizam isso. A própria senhora White ensina dois juízos para o crente. Um deles está aí, na citação acima, e excetua os intelectuais da Igreja. A plebe adventista, se indagada quanto ao juízo investigativo, nada terá para declarar, porquanto não entende com clareza esta matéria e jamais compreenderá. O assunto é cheio de atalhos, de desvios, de obstáculos, de sombras e armadilhas para capturar os incautos.

Na citação em estudo, E.G. White diz que o crente entra em juízo. A palavra de Deus, porém, diz que não: “Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida” (Jo 5:24). Quando se lê em 1 Pedro 4:17 que o julgamento começa pela casa de Deus deve-se ter em mente que este apóstolo referia-se às perseguições que se pode construir a partir da declaração em exame.

De acordo com a declaração da senhora White, Jesus jamais voltará a este mundo para reclamar (ou buscar) os que são dele, porque em rigor todos temos mais defeitos do que achamos possuir.

Os filhos de Deus nascem e morrem imperfeitos, através dos séculos. Só há um que foi perfeito até hoje: Jesus Cristo, e sua volta não depende de forma alguma do grau de perfeição dos crentes. É impossível que o caráter de Cristo reproduza-se em nós perfeitamente. Daí se depreende que E.G. White coloca isso como condição absoluta para a ocorrência da segunda vinda de Jesus. O mais grave de tudo é que esta é uma pregação legalista; aliás, o Adventismo é uma mescla de salvação pela fé e pelas obras ao mesmo tempo. O seu processo de salvação é híbrido. Basta dizer que o sábado é o selo de Deus, e não o Espírito Santo, como o é biblicamente. “Quem guarda o sábado tem o selo de Deus; quem não o guarda tem o selo da besta”. É por isso que, quando se pergunta a um adventista se ele está salvo, afirma que não sabe ou diz que está em pleno processo. Nenhum deles tem a certeza da salvação em Cristo, por mais fiel que seja, por mais consagrado que viva.

E. G. White coloca a perfeição dos adventistas como condição “síne qua non” para a volta de Cristo. Absurdo!

Em seu livro Primeiros Escritos, E. G. White condena o perfeccionismo, mas na citação em análise contradiz-se abertamente.

A segunda vinda de Cristo não está condicionada ou vinculada à perfeição de caráter dos crentes. Jesus voltará independentemente da condição espiritual dos cristãos. A Palavra de Deus ensina-nos que a volta do Filho do homem será em dia e hora que ninguém sabe, pois constituirá uma grande surpresa para todos.

Em síntese, o que E. G. White ensina é a salvação pelos próprios méritos. Não serenos salvos com base em nossa suposta perfeição, mas pela graça de Cristo, a qual está acima de nossas imperfeições, de nossas falhas involuntárias.

O que se pode estabelecer com toda a certeza é que o crente está no caminho da perfeição ou em sua busca, pois cresce na graça e no conhecimento da Bíblia Sagrada, conhece progressivamente as Escrituras e experimenta dia a dia o poder de Deus. Esta é a teologia bíblica sobre a salvação. Quem for achado em comunhão com Cristo será levado ao encontro com o Senhor nos ares, conforme algumas citações do apóstolo Paulo. Quem espera ser perfeito para ser salvo está absolutamente perdido. Alias, para Paulo, perfeito é aquele que busca a perfeição; leiam (Fl.3:12 e 15). No verso 12 da carta aos Filipenses o apóstolo se diz imperfeito, mas no verso 15 se coloca entre os perfeitos e declara que com este sentimento, o da busca pela perfeição, o cristão torna-se perfeito para Deus.


  Autor: ff


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